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Por que as empresas contratam uma consultoria empresarial

Por que as empresas contratam uma consultoria empresarial

Hoje eu vou te contar o porquê as empresas costumam contratar uma consultoria empresarial. Não é por acaso que este mercado circula R$1,9 trilhões de reais em todo o mundo.

Nós acreditamos que nenhuma empresa é perfeita, pois nenhum ser humano é perfeito. Tendo em vista que toda empresa é feita de pessoas, logo nenhuma empresa também é capaz de ser perfeita. Uma outra crença que temos é que todas as empresas possuem espaço para melhoria de resultados e inovação. Porque sempre existirão problemas e pontos a melhorar, mesmo que as pessoas não os vejam, eles sempre existirão.

Se você levar em consideração benchmarks (referências no mercado) você vai ver que em pelo menos em uma área da sua gestão você pode melhorar, pois é sempre um processo de melhoria contínua dia a dia. Não é mesmo?

Por mais que cada empresa seja única e tenha suas peculiaridades, percebemos que podemos listar as 5 principais coisas que toda empresa sempre está buscando:

– Formas de aumentar a receita e o lucro

– Formas de reduzir os seus custos

– Lançamento de novos produtos e/ou serviços

– Meios de expandir comercialmente os produtos existentes

– Reposicionamento estratégico no mercado

 

Com isso, sabemos que surgem diversos problemas e desafios para a empresa, em alguns casos a empresa começa a buscar vários desses itens ao mesmo tempo e a complexidade só aumenta. Mas a boa notícia é que existem empresas que amam ajudar outras empresas. É aí que entra as empresas de consultoria empresarial, com experiência e conhecimento para ajudar a empresa de forma personalizada a sua empresa. O consultor, assim como um médico, ajuda a tratar a causa raiz do problema e tornar a condição do cliente melhor do que estava antes.

 

Então, os motivos para as empresas contratarem uma consultoria empresarial costumam ser o seguinte:

1 – Desconhecimento da solução do problema

2 – Desconhecimento da raiz do problema

3 – Compreendem que há pessoas com mais conhecimento sobre o assunto

4 – Compreendem a importância de uma visão externa, imparcial e sistêmica para auxiliar a tomada de decisão e definição da estratégia empresarial.

5 – Falta de tempo ou recursos para desenvolver a solução internamente.

 

Ou seja, o empresário de sucesso possui humildade e entende que ele precisa de ajuda para conseguir chegar no seu próximo nível. Ele sabe que o que lhe trouxe até aqui não irá o levará para o próximo nível. E entende a importância de desenvolver um pensamento estratégico para que a empresa de fato aja de forma estratégica. Mas isso é assunto para o nosso post Desenvolva o Pensamento Estratégico para Ação Estratégica.

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O ciclo do aprendizado

O ciclo do aprendizado

Hoje vamos falar sobre o Ciclo do Aprendizado. Para começar, eu gostaria de trazer uma reflexão importante que está totalmente ligada a prática.

O conhecimento é inimigo do aprendizado

 

Você já parou para pensar sobre isso?

Quando a gente para pra pensar sobre isso, a gente percebe que quando a gente acha que sabe de algo, o nosso cérebro automaticamente rejeita novas informações e isso impede o progresso e o aprendizado.

Tem alguns empresários que quando tem um certo grau de sucesso, tendem a achar que já sabem de tudo sobre o negócio, sobre o mercado e as vezes alucinam achando que sabem de tudo sobre o mundo dos negócios. Para esses empresários eu faço uma pergunta: Se você sabe tudo, por que será que você não está tendo os resultados que você deseja ter?

Porque sempre é um processo de aprendizado! Gerir 5 pessoas é diferente de gerir 500, é diferente de gerir 5.000 e assim por diante. A cada nível situacional ou de maturidade da empresa você irá precisar aprender algo novo porque os desafios mudam. Faz sentido pra você?

Então como estamos falando sobre aprendizado, eu gostaria de apresentar o Ciclo do Aprendizado para resumir como o nosso cérebro funciona no quesito Conhecimento e Aprendizado.

O ciclo do Aprendizado

O ciclo do aprendizado 1

Tudo começa nas informações e experiências que a pessoas obtém, isso molda o nosso conhecimento. Que basicamente é o ato ou efeito de conhecer.

 

Mas o conhecimento é dividido em dois tipos:

 

Conhecimento Explícito

Conhecimento Explícito que podemos colocar no papel, ensinar para outras pessoas através da teoria, e elementos visuais, que é o que eu estou fazendo aqui hoje.

 

Conhecimento Tácito

Conhecimento Tácito que nós só obtemos na prática através da nossa vivência. Um exemplo claro sobre o conhecimento tácito é você aprender a nadar, por mais que tenha um manual e vídeo aula, ninguém cai na água e começa a nadar perfeitamente, é sempre um processo de aprendizado que precisa do conhecimento tácito e do treino.

 

Os dois tipos de conhecimento

Estes dois tipos de conhecimento que moldam as nossas habilidades, crenças e psicológico (mente e emoção). Esses três fatores são as coisas que nos impedem de aplicar o conhecimento na prática, pois são eles que moldam as nossas Ações e decisões diariamente.

E o mais interessante é que só existe resultado se tiver ação. Por isso um simples plano de ação é algo muito importante para qualquer empresa atingir resultados e aprender com eles, mas para isso você precisa entender a importância do planejamento

 

Conclusão 

Ou seja, se você não acredita que é possível planejar, você nunca terá um pensamento estratégico. A crença é um fator decisivo para você ser um estrategista ou um membro do time do zeca que deixa a vida te levar.

Por isso é muito importante entender o Ciclo do Aprendizado para você conseguir melhorar de forma contínua e identificar pontos de melhorias onde você não iria identificar sem ter este conhecimento mais amplo.

O conhecimento é inimigo do aprendizado

O conhecimento é inimigo do aprendizado

O conhecimento é inimigo do aprendizado? Nos últimos posts eu trouxe uma reflexão sobre um problema real que você certamente possui. Que é a “dificuldade em sair da operação do negócio e atuar a nível estratégico para construir um negócio que funcione sem você”.

Hoje vamos falar sobre uma frase que me fez refletir muito e que eu adoro compartilhar com todos os clientes da B4B, para trazer uma reflexão importante que está totalmente ligada a prática.

O conhecimento é inimigo do aprendizado

Essa é uma frase do Tom Chi, co-founder do Google X, um laboratório secreto do Google responsável por diversas inovações como Google Glass, Carros autônomos do Google, Lentes de contato que monitoram glicose através de lágrimas, balões na estratosfera que fornecem internet ao mundo e outros projetos extraordinários que a maioria das empresas consideraria impossíveis.

Ele diz que:

“Conhecimento” é um substantivo acumular conhecimento é ótimo. Mas “conhecer” é um verbo que escolhemos fazer com o nosso conhecimento.

Saber é inimigo do aprender. Quando você “sabe” alguma coisa, o seu cérebro de forma automática rejeita novas informações e isso impede o progresso. Em alguns casos, consideramos que sabemos de algo, mas nunca aplicamos aquela informação. Mas será que algo é conhecimento sem ser aplicado?

Gostaria de trazer neste papo algumas definições do João Kleper, um dos maiores investidores do Brasil.

Informação significa dados processados ​​sobre alguém ou alguma coisa, enquanto o conhecimento refere-se a informações úteis obtidas através da aprendizagem e da experiência.

Ou seja, só conhecemos algo através da compreensão de conceitos, estudo e experiência.

Portanto, podemos dizer que o Conhecimento acontece quando a informação é aplicada.

Conforme aprendemos no treinamento da Falconi, vale a pena citar o conceito 70:20:10. (LOMBARDO e EICHINGER, 1996)

Ele é considerado um framework da aprendizagem organizacional, ele está voltado para a aprendizagem e desenvolvimento dentro das organizações, unindo a teoria e a prática numa mesma proposta.

Estima-se que a totalidade da aprendizagem organizacional seja composta da seguinte forma:

70% de forma prática, na realização de tarefas e solução de problemas (prática)

20% baseado na observação das experiências e interações (mentoring, coaching e feedback)

10% baseado em cursos, seminários e workshops (conhecimento formal)

Onde os itens podem ser complementares, caso o curso seja discutido internamente dentro da empresa, ou caso ele seja aplicado em tarefas práticas.

Isso é importante pois hoje em dia vivemos na Era do Conhecimento onde as pessoas tem muitas informações, mas poucas conseguem transformar informações em conhecimento. Não falo isso apenas porque hoje os dados são considerados o “novo petróleo”. Me refiro a isso, pelo fato de muitos empresários não conseguirem aplicar o que aprendem, não conseguem transformar o conhecimento em resultado. Não fazem o “feijão com arroz” básico no dia a dia da empresa. Não definem processos, não se preocupam em alinhar as pessoas e colocar as pessoas certas no lugar certo, não possuem uma estratégia, não planejam, não fazem uma gestão eficaz, não sabem qual é o seu diferencial, não possuem um posicionamento, entre muitas outras coisas.

Para qualquer empresário que pretende crescer é extremamente importante entender que ele não é o sabe tudo. Entender que ele precisa estar cercado por pessoas que o complemente em diversas áreas. Precisa ter humildade para aprender e buscar ajuda com pessoas que possuem mais conhecimento, experiência e que tenham método para ajudar a aplicar. Porque não adianta nada ouvir um bilionário falar sobre um mercado que ele não conhece ou falar de algo que ele não conhece. Não adianta nada se ele não tem uma didática e um método comprovado para te ajudar a aplicar aquilo de verdade e obter resultados.

Sem falar que o passado não é garantia para o futuro. Cuidado com o ego, a vaidade e o apelo a autoridade, pois você precisa fazer nexos com diversas informações e aplicá-las na prática, ninguém melhor do que você para tomar as melhores decisões, ser o protagonista da sua vida e da sua empresa. Ou seja, não devemos seguir cegamente Gurus ou Bilionários na internet, devemos definir um mentor para cada área e constantemente reciclar essa lista, não colocando ninguém em um pedestal como herói. Não devemos focar apenas no “quem falou”. Devemos entender “o que foi dito” e refletir se faz sentido para o nosso caso ou não.

O conhecimento é inimigo do aprendizado 2

Para finalizar gostaria de compartilhar o que chamamos de Ciclo da Aprendizagem.

Temos as informações que viram conhecimento e originam nossas habilidades, crenças e psicológico a qual esses 3 itens juntos moldam nossas atitudes que são responsáveis por gerar resultados positivos ou negativos e, por fim, obtemos aprendizado quando obtemos esses resultados. Ou seja, o que nos impede de aplicar o conhecimento geralmente é a nossa habilidade, crenças ou nosso psicológico.

Essas são dicas valiosas e espero que te faça refletir sobre o que realmente você sabe e o que você ainda precisa aprender. Ao mesmo tempo, que você também reflita se é uma prioridade aprender ou se você pode realizar uma parceria estratégica com alguém para te ajudar.

É por isso que no próximo post vou falar sobre o porquê as empresas costumam contratar uma consultoria empresarial. Pois não é por acaso que este mercado circula R$1,9 trilhões de reais em todo o mundo.

Diferença entre preço e valor

Diferença entre preço e valor

Este post irá te ajudar de forma rápida, resumida e objetiva a te explicar a diferença entre preço e valor. Você já teve dificuldade em entender como algumas empresas conseguem cobrar 20x ou até 50x mais caro e ainda vender bastante? É porque você ainda não compreendeu a diferença entre preço e valor. Continue lendo este post.

 

Qual é a diferença entre preço e valor?

A diferença entre preço e valor é que o preço é uma medida monetária de alguma coisa, valor é a importância que as pessoas dão a alguma coisa.

Para algumas pessoas, justifica pagar 20x ou até 50x mais em uma roupa ou uma bolsa, mas para outras, isso é um absurdo. Algumas pessoas veem valor em produtos vintage e pagam uma fortuna, enquanto outras acham um desperdício de dinheiro com algo velho e ultrapassado. Por isso, valor é sempre relativo e o preço acompanha este valor. Ele está relacionado a percepção que a pessoa tem sobre o seu produto ou serviço e também a valores intangíveis e emocionais.

Um outro exemplo, se um serviço te ajuda a ter menos estresse, preocupações e problemas, ele possui um valor agregado a mais, não é verdade? Dependendo do problema, quanto você estaria disposto a pagar? Tem coisas na vida que não tem preço, não é mesmo? Mas para algumas dessas coisas, uma hora ou outra, aparece um excelente empreendedor para te ajudar.

No caso do preço de uma consultoria, na maioria dos casos vale a pena contratar, porque uma empresa sempre tem espaço para melhoria de resultados e inovação. A empresa só precisa encontrar o parceiro certo para a sua situação atual e garantir que a conta feche, ou seja, a consultoria consiga se pagar e ainda consiga trazer resultados pra a empresa, pois consultoria é um investimento e não um custo. Concorda?

4 ferramentas para te ajudar a jogar pra vencer

4 ferramentas para te ajudar a jogar pra vencer

Para aqueles que leram o post Você joga pra vencer ou deixa a vida te levar? E que desejam jogar pra vencer, compartilho 4 ferramentas estratégicas gratuitas para te ajudar a colocar em prática os seus objetivos. Durante o ano, vou atualizar este post para enriquecer o conteúdo cada vez mais ?

 

1 – Planejamento estratégico em 5 perguntas

Aspiração vencedora (Pensar grande)
Qual é a nossa aspiração vencedora? (Aquilo que a gente chama de sucesso)

Campos de atuação (Saber dizer não)
Em que campos queremos jogar? (Onde atuar para conseguir a aspiração vencedora)

Proposta de valor matadora (Conhecer muito bem o cliente)
Como vencer em cada um desses campos escolhidos? (Proposta única de valor validada)

Capacidades necessárias (Pensar sistemicamente)
Que capacidades precisamos ter para vencer? (Garantir que irá entregar)

Sistemas de gestão (Manter contato com a realidade)
Que sistema de gestão devemos ter? (É o que garante que estamos fazendo o certo)

 

2 – Círculo dourado

– Por que faz?
– Como faz?
– O que faz?

Variante David Alpa
– Por que você faz o que você faz?
– O como você faz possui algum diferencial? Qual?
– O que você ainda precisa melhorar e o que você pode começar a fazer hoje para ter mais resultados? 

 

3 – Missão, visão e valores


Visão: Onde você/empresa pretende chegar no futuro? (Sonho Grande)
Missão: Qual é a razão de ser da empresa no presente? (O que faz hoje)
Valores: São os princípios, ou crenças, que servem de guia, ou critério, para os comportamentos, atitudes e decisões. (São os alicerces, é a base de tudo)

 

4 – Mapa estratégico BSC

O mapa estratégico BSC é um modelo de medição de desempenho estratégico desenvolvido por Robert Kaplan e David Norton. Seu objetivo é traduzir a missão e a visão de uma organização em ações reais. Ele fornece uma visão integrada e balanceada, com uma relação de causa e efeito, que permite descrever a estratégia de forma clara, definindo objetivos, metas, indicadores e iniciativas, em cada uma das 4 perspectivas: financeira, mercado/cliente, processos internos e aprendizado/crescimento (pessoas). Isso pressupõe que a escolha dos indicadores para a gestão não deve se restringir a informações econômicas ou financeiras. Tudo começa com Aprendizado que é a base de tudo, depois o desenvolvimento dos Processos Internos necessários para alcançar o Mercado/Clientes. Para então, chegar ao resultado Financeiro.

 

Download do Mapa Estratégico BSC (Para impressão em A1)
http://bit.ly/BSC_MapaEstrategico

Exemplo de Mapa Estratégico BSC (objetivos)
https://consultfy.com.br/sobre/

Exemplo de Objetivos, Metas, Indicadores e Iniciativas
http://bit.ly/BSC_Exemplo_B4B

Situação atual: É o desempenho que você tem hoje.
Objetivo: É o que a estratégia define para ser alcançado.
Parâmetro: É a referência interna ou externa que comprova que é possível fazer o que deseja (Benchmark)
Lacuna: É a diferença entre a situação atual e o nível de desempenho definido.
Meta: É estabelecer o objetivo, valor e prazo para se alcançar um novo resultado a partir de uma Lacuna.
Indicador: É como será medido e acompanhado o sucesso do alcance do objetivo.
Iniciativa: É o que deverá ser feito para facilitar alcançar o objetivo.

 

Com carinho,
David Alpa, Diretor Executivo da B4B – Soluções Estratégicas
www.b4b.group

Você deseja jogar pra vencer ou deixar a vida te levar?

Você deseja jogar pra vencer ou deixar a vida te levar?

Você deseja jogar pra vencer ou deixar a vida te levar? Essa é uma pergunta muito importante.

Nós sabemos que só o desejo não basta, uma coisa que aprendi com a visão dos americanos é jogar pra vencer e não “deixar a vida me levar” como muitos brasileiros adoram, inclusive muitos cantam isso, com orgulho…

Mas isso não está relacionado ao fato de ser americano ou brasileiro, isso está relacionado ao conhecimento, habilidades, atitudes e entrega de resultados.

Para jogar pra vencer, precisamos ter clareza, posicionamento, visão de longo prazo, valores e muito conhecimento sobre o mercado e realmente entender a sua situação atual. Sabemos que não é fácil, mas também, se fosse fácil, todos iriam conseguir e rapidamente iria perder a graça, não é verdade?

Jogar pra vencer não é pra qualquer um, é preciso tomar decisões difíceis, é preciso ter clareza sobre o sonho, os objetivos, as metas, os indicadores e as iniciativas.

Quem joga pra vencer tem posicionamento, sabe se posicionar no mercado, entende o seu diferencial. Tem foco no resultado e, como você já sabe, foco é estar concentrado no objetivo final planejado, é dizer não para boas oportunidades, pois você está trabalhando e construindo algo muito maior que irá gerar oportunidades ainda maiores. Isto é, ter visão de longo prazo, pois as coisas demoram para acontecer e não nascem da noite pro dia, como mágica.

Os valores são os princípios, ou crenças, que servem de guia, ou critério, para os comportamentos, atitudes e decisões. Eles são a base de tudo, eles irão construir a cultura e balizar a missão no presente para construir a visão do futuro.

Dois exemplos de valores que toda pessoa que joga pra vencer tem são:
Protagonismo: É ter responsabilidade pelos os próprios resultados, tanto os bons quanto os ruins, ou seja, é ser protagonista das suas escolhas, sem vitimismo, desculpas e justificativas.

Autodisciplina: É conseguir dominar a arte de disciplinar a si mesmo, com autocontrole, autoconhecimento, autonomia e ser um autodidata, sempre correr atrás de conhecimento explícito (teórico) e tácito (prático).

E por último, jogar pra vencer é entender que o conhecimento é inimigo do aprendizado, pois quando achamos que já sabemos de algo, caímos na armadilha e paramos de aprender ou nos atualizar sobre o assunto.

Ou seja, é sempre um processo de aprendizado. Então, se você ainda não alcançou o que deseja é por falta de conhecimento, seja ele explícito (teórico) ou tácito (prático). Mas eu gostaria de fazer uma pergunta: Este ano você vai jogar pra vencer ou deixar a vida te levar?

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