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Você está construindo uma empresa que funcione sem você?

Você está construindo uma empresa que funcione sem você?

Estou passando aqui hoje para te trazer uma reflexão.

Você está construindo uma empresa que funcione sem você?

Acredito que você adoraria ter mais tempo, mais controle e mais liberdade, não é mesmo?

Sabemos que isso é possível, pois existem vários empresários que conseguem realizar isso na prática, mas para chegar a esse nível é necessário ter uma Estratégia Empresarial, um Sistema de Gestão Estratégica, Pessoas certas no lugar certo, Processos bem definidos e Produtos validados com um Posicionamento no mercado.

Devemos refletir que na verdade o “óbvio” não existe. Muitas vezes a gente considera que algo é tão óbvio que desviamos nosso foco e acabamos não fazendo o “feijão com arroz” básico do dia a dia. Portanto, antes de falar que algo é óbvio, reflita se realmente você está colocando em prática e está obtendo os melhores resultados possíveis com aquela informação “óbvia”.

O mesmo acontece quando falamos de consultoria, mentoria, treinamentos e cursos. Tem algumas pessoas que buscam uma fórmula mágica ou um segredo oculto. Quando na verdade o que ela precisa é de um trabalho inteligente, um trabalho estratégico que tenha planejamento unido com execução para formar uma estratégia orientada a resultados.

Nós aqui da B4B temos uma forte convicção de que não existe soluções unidirecionais com apenas um caminho a ser seguido, o empresário precisa escolher um caminho que faça sentido para o seu caso e reajustar a rota se for necessário.

Vou compartilhar com você um modelo coerente para você conseguir construir uma empresa que funciona sem você. Esse é um modelo do livro Empresas Feitas para Vencer do Jim Collins, um dos consultores mais reconhecidos do mundo. O livro possui uma dedicatória especial de Jorge Paulo Lemann dizendo que algumas das suas decisões empresariais mais importantes foram tomadas com apoio do raciocínio lógico de Jim Collins. Vale lembrar que esse conceito foi criado com base em uma profunda pesquisa de 5 anos realizada por Jim Collins e sua equipe. Ao identificar um conjunto seleto de empresas que tiveram um salto de crescimento de suas ações valendo de 7 a 15 vezes acima da média do mercado, superando até algumas das maiores empresas do mundo como Coca-Cola, Intel, General Eletric e a Merck. Caso queira acompanhar essa pesquisa recomendo a leitura do livro.

Com base em todo esse estudo, nós o adaptamos para o nosso contexto de Pequenas e Médias Empresas no Cenário Brasileiro. Ou seja, o Modelo PME’s Feitas para Vencer.

Você está construindo uma empresa que funcione sem você? 1

1 – Liderança e Propósito: Forme líderes dentro da sua empresa que tenham clareza do propósito e estejam alinhados a estratégia da empresa. Líderes que estão construindo algo muito maior do que eles mesmo, líderes que não buscam a fama somente para ele e que são “Skin in the Game”, ou seja, arrisca a sua pele e estão no barco junto com a equipe. Gostamos de dizer que Liderança é bater metas com o time fazendo o certo e garantindo o aprendizado e a cultura. É além de dar o exemplo, é ser, de fato, o exemplo no dia a dia. Alinhando os valores para construir a Cultura que irá realizar a Missão no presente para construir a Visão do futuro

2 – Pessoas Certas no Lugar Certo: Não adianta uma boa estratégia sem ter as pessoas certas no lugar certo fazendo o que é certo da forma certa. As pessoas são a base da empresa, busque desenvolver processos antes de pensar em escalar o número de funcionários, mas tudo começa colocando as pessoas certas e retirando as pessoas erradas.

3 – Enfrentar a Verdade Nua e Crua: Sempre enfrente e incentive a equipe a enfrentar a verdade nua e crua por mais cruel que ela possa ser. É importante promover essa cultura de enfrentamento de fatos com toda a equipe e também propagar a cultura de dados e fatos, pois não temos mais espaço para achismos, devemos tomar decisões com baseadas em dados e fatos. Com isso, sua empresa terá uma equipe que consegue ser imparcial e separar a emoção da razão. Isso não significa que devemos eliminar a intuição, muito pelo contrário, ela nos ajuda a cortar caminho na análise, mas ela não deve ser uma justificativa decisória.

4 – Clareza Estratégica: Ter clareza da estratégia da empresa, saber aonde deseja chegar, o que precisa aprender para chegar lá e ter um ponto de diferenciação que lhe permita crescer e expandir a empresa com uma solução que gera valor para o cliente e lucro sustentável de longo prazo. Este é um ponto que consideramos ser de extrema importância para Pequenas e Médias Empresa, mas que a grande maioria não tem. Será que você e a sua empresa possuem clareza estratégica?

5 – Cultura da Disciplina: Construa um sistema coerente, com restrições claras, mas também dê às pessoas liberdade e responsabilidade, dentro do molde do sistema. Busque contratar pessoas autodisciplinadas e passe a gerenciar o sistema e não as pessoas. Saiba dizer não a grandes oportunidades, pelo simples fato de ela não fazer parte da estratégia atual da empresa. Foco é importante, principalmente para as Pequenas e Médias Empresas. A ideia é focar para depois expandir e dominar novos mercados, começando pequeno, mas sempre pensando grande.

6 – Aceleradores Tecnológicos: Utilize tecnologias cuidadosamente selecionadas como aceleradores para ganhar eficiência e não como uma muleta. Aqui está um grande potencial para Pequenas e Médias Empresas crescerem utilizando tecnologias que já funcionam, sem precisar se preocupar com equipe para desenvolver estas soluções.

7 – Conceito de Volante: Pare de buscar uma solução mágica e entenda que é sempre um processo contínuo de aprendizado. Faça o feijão com arroz muito bem feito antes de buscar melhorias mais profundas. Defina processos, coloque as pessoas certas no lugar certo, tenha uma cultura de enfrentamento de fatos, clareza estratégia, cultura da disciplina e por último aceleradores tecnológicos para fazer o volante girar sem a sua ação.

Este foi o Modelo de PME feita para vencer, espero que ele te ajude a refletir e executar ações de melhoria e te guie rumo ao crescimento da sua empresa. Mas essa parte teórica é muito fácil de entender, a dificuldade maior será você conseguir implementar tudo isso, não é mesmo?

Hoje vivemos na Era do Conhecimento onde as pessoas tem muitas informações, mas poucas conseguem obter conhecimento com essas informações. Mas vou deixar esse assunto para o nosso próximo papo…

Quais são os principais motivos da dificuldade em atuar a nível estratégico?

Quais são os principais motivos da dificuldade em atuar a nível estratégico?

Hoje vamos falar sobre uma pesquisa muito interessante que realizamos para identificar os principais motivos da dificuldade em atuar a nível estratégico.

Nós empresários brasileiros as vezes achamos que trabalhamos no pior cenário do mundo, mas se analisarmos os números desta pesquisa podemos chegar a conclusões interessantes.

Seja no Brasil, USA ou Reino Unido, 55% das PME’s fecham antes de completar 5 anos.

No Brasil a média é de 60%, nos USA é de 50% e no Reino Unido é de 55%. Ou seja, nossa média é de 55%, você pode conferir nessas fontes abaixo:

Fonte Brasil: Clique aqui

Fonte USA: Clique aqui

Fonte Reino Unido: Clique aqui

Esses dados nos mostram que empreender é difícil seja aqui no Brasil ou lá fora na América do Norte ou na Europa. É claro que os desafios são diferentes, mas os números mostram que a média é muito parecida quando falamos de resultados.  Uma reflexão que deixo para você é:

Antes de reclamar do Brasil, reflita sobre isso. E aproveite para pensar no que você pode fazer internamente para melhorar seus resultados e deixe esses fatores externos de lado pois você não os controla.

Uma outra pesquisa que gostaria de compartilhar é a que realizamos com empresários de Pequenas e Médias empresas, buscando responder a pergunta.

Quais são os principais motivos da dificuldade em atuar a nível estratégico?

Nós chegamos a seguinte conclusão:

1 – Conhecimento

2 – Estratégia

3 – Planejamento

4 – Posicionamento

5 – Gestão

6 – Liderança

7 – Pessoas

8 – Comunicação

 

Nós percebemos que muitos empresários de pequenas e médias empresas possuem uma grande dificuldade em sair da operação do negócio e atuar a nível estratégico por não possuir, conhecimento, estratégia, planejamento, posicionamento, gestão, liderança, pessoas certas no lugar certo e comunicação eficaz.

Em nossas pesquisas 99% dos empresários responderam que possuem este problema, ou seja, é praticamente unânime entre as pessoas que conversamos.

Gostaria de aproveitar para saber a sua opinião sobre isso, ao preencher esta pesquisa e informar seus dados você irá concorrer a uma consultoria estratégia completa totalmente gratuita. Leia atentamente a descrição do formulário para saber melhor sobre como concorrer.

Os 6 Mitos sobre Estratégia Empresarial que te impede de realizar uma Execução Estratégica

Os 6 Mitos sobre Estratégia Empresarial que te impede de realizar uma Execução Estratégica

Hoje vamos falar sobre os 6 mitos sobre Estratégia Empresarial.

No mundo empresarial onde a tendência é agir e fazer, muitas vezes o pensar cai no esquecimento. Muitos líderes tendem a abordar a estratégia de maneira ineficaz e não conseguem atingir resultados e objetivos. Com isso, podemos listar 6 mitos da estratégia, que são conceitos errados que não te permitirá realizar uma Execução Estratégica na prática:

 

1 – Acreditar que Estratégia é prever o futuro: Este é um pensamento errado, estratégia não está relacionada apenas a prever o futuro. Sabemos que não podemos prever o futuro com precisão, mas podemos fazer boas análises e escolhas para construir o futuro através das nossas ações no presente. A estratégia vai muito além de análises preditivas, notícias ou tendências. Está relacionada a ações e decisões importantes no presente.

 

2 – Acreditar que Estratégia é ter uma visão: Apesar da Visão futura fazer parte do princípio estratégico, Missão, Visão e Valores. Ela não oferece um sistema para alocar esforços e direcionar as pessoas para a Execução Estratégica. Não possui um guia e um roteiro para a ação produtiva, não define em qual negócio a empresa deve estar ou não, o que ela precisa aprender e fazer para chegar lá. Visão é só o primeiro passo da estratégia.

 

3 – Acreditar que Estratégia é ter um plano: Mais um erro clássico é achar que estratégia é somente o Planejamento Estratégico. Se você acredita nisso, sinto lhe dizer, mas um plano não é suficiente. Um plano sem execução não é capaz de atingir resultados.

Um plano detalhado de tudo que deve ser feito passo a passo não garante que as coisas sejam feitas, não garante que essas coisas são as coisas certas e não garante que o cenário permanecerá igual. Sabemos que no dia a dia, na prática, as coisas não ocorrem exatamente conforme planejamos, a jornada não é linear.

Então, entre o mapa e o terreno devemos sempre ficar com o terreno, mas isso não significa que devemos jogar fora o planejamento, isso significa que precisamos aprender a planejar melhor, a melhorar a forma como fazemos o acompanhamento e fazer reajustes cada vez mais frequentes para verificar se estamos no caminho certo ou se devemos mudar a direção, caso seja necessário.

 

4 – Acreditar que Estratégia é a otimização do status quo: Muitos líderes buscam otimizar o que já estão fazendo, pois geralmente acreditam que estão fazendo as coisas certas. Mas para haver estratégia, é preciso ter eficácia antes da eficiência. Porque a empresa pode estar fazendo com grande eficiência as coisas erradas que não irão trazer uma vantagem competitiva ou uma inovação de valor, podendo até trazer a estagnação e a falência por se tornar uma empresa ultrapassada por não buscar uma inovação de valor e um diferencial.

 

5 – Acreditar que Estratégia é a perseguição das melhores práticas: Para algumas empresas, estratégia significa fazer benchmarking e então utilizar o mesmo conjunto de atividades de maneira mais eficiente. Mas estratégia não é uniformidade ou convenção social, acreditamos que esta é uma receita para a mediocridade. Sabemos que você não está aqui para criar uma empresa medíocre, certo?

 

6 – Acreditar que é impossível implementar uma estratégia de longo prazo: Hoje em dia, alguns líderes defendem que o mundo está mudando muito rápido e com isso é impossível implementar uma estratégia de longo prazo, ou até mesmo de médio prazo. Isso se tornou um grito de guerra de muitas empresas de tecnologia e startups.

Mas infelizmente essa abordagem faz com que a empresa fique em uma posição reativa, sendo presa fácil para concorrentes mais estratégicos.

Será que a Apple, Google e Microsoft são avessas a estratégia? Eu sei que não preciso responder essa pergunta, mas na verdade não, essas empresas são empresas extremamente estratégicas e possuem extremo sigilo nas informações da empresa.

Mas gosto de dar um exemplo mais próximo, o Nubank, uma fintech brasileira que começou como operadora de cartão de crédito e hoje é um banco, foi avaliado em US$ 10 Bilhões com 6 anos de existência. Como cliente desde o seu início, eu acompanho de perto as notícias e a evolução da empresa.

Eu pude notar que desde o início eles se preocuparam com os mínimos detalhes da Estratégia, Posicionamento, Inovação de Valor, Satisfação do Cliente e Cultura. É um ótimo exemplo de uma empresa que utilizou Estratégia Empresarial desde o dia zero.

Aposto que você já escutou esta frase:

A cultura devora a estratégia no café da manhã”. 

Quando isso acontece é porque você não realizou uma execução estratégica alinhada com a sua equipe ou sua estratégia necessitava de um esforço e um tempo maior para a implementação, com ações mais profundas na cultura da empresa.

Saiba que a sua função é garantir que a estratégia não seja devorada pela cultura no café da manhã. Mas isso só é possível com Pensamento Estratégico no dia a dia da empresa, ter foco e saber dizer não para ótimas oportunidades que aparecerão, ter organização e disciplina para executar de forma estruturada o que foi planejado, ter método e visão de longo prazo para entender que as coisas não acontecem da noite pro dia, realizar um monitoramento sistemático para verificar regularmente se os números e informações da empresa estão caminhando para o atingimento dos objetivos e ser cercado por líderes que também agem desta forma. 

O que importa é resultado

No final das contas o que importa é o resultado, pois ele é inquestionável, ele tem força de transformação, consegue transformar críticos em admiradores e haters em fãs. Portanto, toda estratégia deve ser flexível no caminho que irá percorrer, mas rígida no atingimento do resultado. É através dos seus resultados que vem o Mérito, a sua Reputação e a sua Relevância. Mas será que resultado é somente dinheiro?

Gostamos de separar os resultados em dois tipos, os Resultados Objetivos que estão relacionado ao financeiro como Lucro e Receita. E os Resultados Subjetivos que estão relacionados a Satisfação e Reputação, seja interna com os funcionários ou externa com os clientes, fornecedores e outros stakeholders. É importante se preocupar com ambos, mas o que deve ser prioridade é o Resultado Financeiro. Porque é ele que garante a sobrevivência da empresa e, até mesmo, o seu crescimento, permitindo investir mais e conseguir expandir a empresa, contratar mais pessoas, treinar melhor essas pessoas, melhorar processos, melhorar produtos e serviços, investir em marketing e publicidade, atingir mais pessoas para, de fato, ajudar a vida de mais pessoas. Foque no financeiro da empresa e não no pessoal. Como o Flávio Augusto diz: “Empresa rica, dono pobre”.

É extremamente importante os valores da empresa, pois pessoas sem valores topam fazer qualquer coisa pelo resultado financeiro, recorrem a coisas imorais, antiéticas e até criminosas. Se você está lendo este artigo, acredito que este não seja seu perfil, mas e as pessoas que você contrata? Elas são de sua responsabilidade. Você precisa propagar os valores e garantir que as pessoas estejam alinhadas com eles. Os valores da empresa são inegociáveis, todos devem estar alinhados, devem ser requisitos necessários para fazer parte da empresa. Os Valores são os princípios, ou crenças, que servem de guia, ou critério, para os comportamentos, atitudes e decisões. Eles são a base de tudo, eles guiam a construção da Cultura para realizar a Missão no presente para construir a Visão do futuro.

 

Após este conteúdo, acredito que você está um pouco mais preparado para avançar no entendimento de como uma Estratégia Empresarial realmente funciona. No próximo post iremos falar um pouco de Como a Estratégia Empresarial realmente funciona.

Diferença entre preço e valor

Diferença entre preço e valor

Este post irá te ajudar de forma rápida, resumida e objetiva a te explicar a diferença entre preço e valor. Você já teve dificuldade em entender como algumas empresas conseguem cobrar 20x ou até 50x mais caro e ainda vender bastante? É porque você ainda não compreendeu a diferença entre preço e valor. Continue lendo este post.

 

Qual é a diferença entre preço e valor?

A diferença entre preço e valor é que o preço é uma medida monetária de alguma coisa, valor é a importância que as pessoas dão a alguma coisa.

Para algumas pessoas, justifica pagar 20x ou até 50x mais em uma roupa ou uma bolsa, mas para outras, isso é um absurdo. Algumas pessoas veem valor em produtos vintage e pagam uma fortuna, enquanto outras acham um desperdício de dinheiro com algo velho e ultrapassado. Por isso, valor é sempre relativo e o preço acompanha este valor. Ele está relacionado a percepção que a pessoa tem sobre o seu produto ou serviço e também a valores intangíveis e emocionais.

Um outro exemplo, se um serviço te ajuda a ter menos estresse, preocupações e problemas, ele possui um valor agregado a mais, não é verdade? Dependendo do problema, quanto você estaria disposto a pagar? Tem coisas na vida que não tem preço, não é mesmo? Mas para algumas dessas coisas, uma hora ou outra, aparece um excelente empreendedor para te ajudar.

No caso do preço de uma consultoria, na maioria dos casos vale a pena contratar, porque uma empresa sempre tem espaço para melhoria de resultados e inovação. A empresa só precisa encontrar o parceiro certo para a sua situação atual e garantir que a conta feche, ou seja, a consultoria consiga se pagar e ainda consiga trazer resultados pra a empresa, pois consultoria é um investimento e não um custo. Concorda?

O que é Brand Book?

O que é Brand Book?

Em algum momento você de ter feito essa pergunta, O que é Brand Book? Mas antes de mais nada, você precisa saber o verdadeiro conceito de marca, recomendo que veja este meu outro post  O que é Marca e o que é Branding?

 

Ok, mas o que é Brand Book?

 

Brand Book é a tangibilização de todo o trabalho de posicionamento estratégico e de design visual da marca. Ele é um manual voltado para a orientação cotidiana de gestão de marca e comunicação corporativa. Ele serve como ferramenta para liderarinspirarvender a imagemcomunicar as ideias, crenças e valores da empresa tanto para clientes quanto para colaboradores e, também, para todos os demais stakeholders.

Portanto, auxilia na criação da Cultura da marca, alinhando toda a equipe. Ou seja, é o norte que deve ser seguido por toda a empresa, para juntos buscarem atingir a Visão através da Missão, utilizando os Valores e seguindo a Estratégia. Com isso, ajuda a construir valor para marca e a posicionar de maneira única na cabeça de seus clientes através de uma experiência surpreendente e não apenas um discurso ou uma promessa.

O que é Marca e o que é Branding?

O que é Marca e o que é Branding?

marca é a percepção do público sobre o valor de uma empresa e seus produtos e serviços. É a junção de valores tangíveis e intangíveis relacionados à cultura e ao propósito de um negócio, com o objetivo principal de se diferenciar e fidelizar os seus consumidores.

Portanto, a marca é o que o cliente sente, pensa e fala sobre ela, e não apenas um discurso ou um logotipo. É também o compromisso de entregar valor para os clientes, uma promessa para ser cumprida, um propósito a ser seguido.

Branding é um modelo de gestão empresarial que tem como foco mobilizar todos da empresa a construir valor para a marca (Brand Equity). Esse processo inclui estratégia de conceituaçãoplanejamentoposicionamento e gestão de todas as marcas da empresa. Sempre com o objetivo de se diferenciar dos concorrentes, cuidar da reputação e trabalhar a percepção de valor de todos os stakeholders. 

Ou seja, é diferente do Marketing a qual o objetivo é ganho de mercado (Market Share), mas acredito na união dos dois, a atuação externa, tangível e mais quantitativa do Marketing com a atuação interna, intangível e mais qualitativa do Branding.

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